domingo, 23 de junho de 2013



Prefiro os nossos sambistas
Prefiro o poeta pálido anti-homem que ri e que chora
Que lê Rimbaud, Verlaine, que é frágil, que te adora
Que entende o triunfo da poesia sobre o futebol
Mas que joga sua pelada todo domingo debaixo de sol
Que prefere ao invés de Slayer ouvir Caetano,
Ouvir Manu Chao
Esse medo da face fêmea é natural

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